PUBLICIDADE

Cardiologistas detalham sintomas da gordura nas artérias e riscos à saúde

1 de 1 Ilustração colorida de artéria com placa de gordura - Cardiologistas explicam os princi...

A saúde cardiovascular é um pilar essencial para a qualidade de vida, e a <strong>aterosclerose</strong>, conhecida popularmente como 'gordura nas artérias', representa uma das maiores ameaças a esse sistema vital. Esta condição silenciosa, caracterizada pelo acúmulo progressivo de placas de gordura, colesterol e outras substâncias nas paredes internas das artérias, é o principal catalisador para eventos graves como <strong>infartos</strong> e <strong>Acidentes Vasculares Cerebrais (AVC)</strong>. Compreender seus sintomas, fatores de risco e mecanismos é crucial para a prevenção e o diagnóstico precoce. Em Palhoça e em todo o Brasil, a conscientização sobre este tema é fundamental na luta contra as doenças cardiovasculares, que lideram as estatísticas de mortalidade. Cardiologistas alertam para a importância de reconhecer os sinais do corpo e adotar uma postura proativa em relação à saúde vascular.

A aterosclerose: como a gordura obstrui as artérias

A <strong>aterosclerose</strong> se desenvolve lentamente ao longo de décadas, muitas vezes sem sintomas em suas fases iniciais. É a formação de uma placa composta por gorduras (principalmente <strong>colesterol LDL</strong>), células inflamatórias e cálcio que se adere e endurece nas paredes arteriais. Essa placa torna as artérias mais estreitas, rígidas e menos elásticas, dificultando o fluxo sanguíneo e o transporte de oxigênio e nutrientes para os órgãos. O processo inicia com lesões no endotélio (camada interna da artéria), promovendo inflamação e a deposição de lipídios. Com o tempo, a placa cresce, podendo causar obstrução significativa ou se romper, formando um coágulo que bloqueia o fluxo abruptamente.

Fatores de risco e sintomas: identificando os perigos

Diversos fatores contribuem para o desenvolvimento da aterosclerose, classificados em modificáveis e não modificáveis. Entre os <strong>modificáveis</strong> estão: <strong>colesterol elevado</strong> (LDL e triglicerídeos altos, HDL baixo), <strong>pressão alta</strong> (danifica as paredes arteriais), <strong>diabetes mellitus</strong> (excesso de açúcar acelera o processo), <strong>tabagismo</strong> (grande agressor das artérias), <strong>obesidade</strong> e <strong>sedentarismo</strong> (ligados a outros riscos), e <strong>má alimentação</strong> (rica em gorduras saturadas, trans e açúcares). Os <strong>não modificáveis</strong> incluem: <strong>idade</strong> (risco aumenta com o envelhecimento), <strong>histórico familiar</strong> (predisposição genética) e <strong>gênero</strong> (homens mais cedo, mulheres após a menopausa). A maioria das pessoas não apresenta sintomas até que as artérias estejam significativamente estreitadas. Os sinais variam conforme a artéria afetada:

Doença arterial coronariana (coração)

Quando as artérias que irrigam o coração são comprometidas, a pessoa pode sentir: * <strong>Angina de peito:</strong> Dor ou desconforto no peito (pode irradiar para braços, pescoço, mandíbula, costas), geralmente com esforço e aliviada pelo repouso. * <strong>Falta de ar:</strong> Dificuldade para respirar. * <strong>Fadiga inexplicável.</strong>

Doença arterial periférica (pernas e braços)

Se as artérias dos membros forem afetadas: * <strong>Claudicação intermitente:</strong> Dor ou cãibras nas pernas ao caminhar que cessam com o repouso. * <strong>Dormência ou fraqueza nos membros. * Pés frios e feridas que não cicatrizam.</strong>

Doença cerebrovascular (cérebro)

Estreitamento das artérias carótidas pode levar a <strong>AVC</strong> ou <strong>AIT</strong> (mini-AVC), com sintomas súbitos como: * <strong>Fraqueza ou dormência:</strong> Em um lado do corpo (face, braço ou perna). * <strong>Dificuldade para falar ou compreender. * Problemas de visão:</strong> Visão embaçada ou perda súbita. * <strong>Dor de cabeça súbita e intensa. * Perda de equilíbrio ou coordenação.</strong>

Diagnóstico, prevenção e tratamento: pilares para a saúde vascular

O diagnóstico precoce da aterosclerose é crucial. Cardiologistas realizam avaliação clínica, histórico e exames como perfil lipídico e glicemia. Para avaliar a extensão da doença, podem ser solicitados exames de imagem como eletrocardiograma (ECG), teste ergométrico, ecocardiograma, ultrassom Doppler e angiografia, que permitem visualizar a condição das artérias. A <strong>prevenção</strong> é a melhor estratégia: adotar um estilo de vida saudável (dieta balanceada, exercícios regulares, peso saudável, abandono do tabagismo, moderação no álcool) e realizar o controle rigoroso de hipertensão, diabetes e colesterol alto, com acompanhamento médico. Quando diagnosticada, o <strong>tratamento</strong> visa controlar a progressão e prevenir eventos graves. Além das mudanças de estilo de vida, medicamentos como <strong>estatinas</strong> e <strong>antiplaquetários</strong> são frequentemente prescritos. Em casos de obstrução severa, intervenções como a <strong>angioplastia com stent</strong> ou a <strong>cirurgia de revascularização (bypass)</strong> podem ser necessárias. O acompanhamento contínuo com um cardiologista é indispensável.

A luta contra a aterosclerose exige informação, prevenção e cuidado constante. Palhoça Mil Grau está comprometido em trazer o melhor do jornalismo digital, fornecendo conteúdo aprofundado que capacita você a tomar decisões mais saudáveis e informadas. Não deixe sua saúde para depois! Mantenha-se atualizado com as últimas notícias e dicas de bem-estar. Explore nosso portal para descobrir mais artigos sobre saúde, qualidade de vida e tudo o que acontece em nossa comunidade. Sua próxima leitura pode ser o passo para uma vida mais longa e plena. Continue navegando no Palhoça Mil Grau e invista no seu conhecimento!

Fonte: https://www.metropoles.com

Leia mais

PUBLICIDADE